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Chelsea Manning presa por recusar testemunhar sobre o WikiLeaks

A analista do Exército dos EUA que partilhou segredos militares e diplomáticos com o WikiLeaks recusou testemunhar perante o tribunal e foi condenada a prisão.

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Exame Informática

Chelsea Manning revelou documentos militares sobre a intervenção dos EUA no Afeganistão e no Iraque no processo WikiLeaks e foi condenada a prisão entre 2010 e 2017. Agora, depois de ter sido libertada há dois anos, foi chamada a depor em tribunal novamente sobre o caso WikiLeaks, mas recusou fazê-lo e foi condenada a prisão por um juiz federal.

«Em solidariedade com mutios ativistas, vou manter-me fiel aos meus princípios», disse Manning no Twitter, um dia antes de ser detida. A ex-analista revelou que a equipa legal vai interpor todos os recursos legais possíveis para desafiar o sigilo em que o processo tem estado envolvido.

O New York Times avança que Manning terá sido detida por se recusar testemunhar no processo contra Julian Assange, mesmo depois de lhe ter sido garantida imunidade.

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