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Campanhas de hacktivismo caem 95% desde 2015

Um estudo da IBM X-Force concluiu que passámos de 35 campanhas de hacktivismo em 2015 para apenas duas em 2018. Nos primeiros meses do ano, não houve qualquer atividade do género.

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Exame Informática

O fim dos Anonymous e uma maior coordenação das autoridades a nível mundial são os dois principais motivos para o abrandamento da atividade dos hacktivistas. O conjunto de piratas Anonymous era responsável por 45% dos ataques e começou a ser desmantelado em 2016 em duas frentes: as autoridades apertaram o cerco e internamente foram ganhando destaque “falsos Anons” que tinham as suas próprias agendas pessoais. Por outro lado, vários países culparam os Anonymous pelas suas próprias campanhas, como o fez a Rússia que atacou os críticos do doping e culpou os piratas informáticos.

A atividade das autoridades também foi importante para este abrandamento. Foram registadas, «pelo menos» 62 prisões no Reino Unido, EUA e Turquia, desde 2011 de hackers conotados com este grupo. Por fim, hacktivistas proeminentes como Sabu do LulzSec passaram a cooperar com as investigações das autoridades, passando para o outro lado da batalha e contribuindo para o enfraquecimento do lado dos hackers».

A IBM reforça no entanto que este abrandamento não significa o fim do hacktivismo e que as circunstâncias políticas e uma reorganização dos grupos podem ditar o ressurgir destas campanhas.

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