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Investigadores ganham prémio com app que simula o plenário da Assembleia da República

Respondendo a dez questões, as pessoas podem esclarecer-se sobre cada proposta de lei, descobrir o contexto em que foram votadas e descobrir quais os partidos que votaram de forma mais semelhante ao utilizador

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Um grupo de investigadores do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e da Faculdade de Ciências da Universidade criou uma aplicação móvel chamada meuparlamento.pt que simula o plenário da Assembleia da República, dando aos utilizadores a possibilidade de conhecer e votar em propostas legislativas apresentadas no Parlamento Português desde 2011.

O projeto recebeu esta segunda-feira um incentivo de 10 mil euros em Lisboa, entregue pelo primeiro-ministro, António Costa, pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e pela Presidente da FCT, Helena Pereira, durante o encontro nacional “Ciência 2019”.

«A aplicação funciona de uma forma muito simples. Basta um minuto e três gestos para que os utilizadores sejam convidados a pronunciarem-se sobre como votariam 10 propostas legislativas que estiveram em apreciação parlamentar desde 2011 e que foram escolhidas aleatoriamente. Para votar a favor os utilizadores têm que deslizar para a direita, para votarem contra o deslize no ecrã tem que ser feito para a esquerda e para que se abstenham os utilizadores têm que deslizar para cima ou para baixo», refere Nuno Moniz, um dos criadores da aplicação e investigador no INESC TEC, em comunicado de imprensa.

Após responderem a dez questões, as pessoas podem esclarecer-se detalhadamente sobre cada proposta, bem como descobrir em que contexto cada uma foi votada e saber quais os partidos que votaram de forma mais parecida à do utilizador.

A app vai disponibilizar ainda os textos das propostas, informação dos autores que as criaram e o site do partido que avançou com a proposta no dia da votação. Não esquecer que esta app surge propositadamente num ano de eleições legislativas, para aproximar a política dos cidadãos.

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