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Conselho de monitorização de conteúdo da Facebook tem mais poder do que Zuckerberg

Chesnot - Getty Images

A Facebook anunciou a organização que pretende ter para moderação de conteúdos. O organismo criado terá um grau de independência e as suas decisões não poderão ser contrariadas, nem pelo próprio Zuckerberg.

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Os utilizadores vão poder passar a recorrer para este novo conselho criado pelo Facebook, em vez de terem de recorrer aos canais habituais. A rede social anunciou agora a nova organização, com esta equipa já integrada, e houve um esforço em manter o Conselho com alguma independência. Foi revelado ainda que as decisões que forem tomadas pelo Conselho não podem ser revertidas por ninguém internamente, nem pelo próprio Zuckerberg.

Os elementos deste Conselho vão ser validados por fora dos canais habituais, inlcuindo um portal de recomendações que deixa qualquer um sugerir qualquer pessoa. A intermediar este organismo e o Facebook vai haver uma equipa que assegura o pagamento de salários e outras operações quotidianas.

O Facebook pretende ter até 40 membros, com cada um a poder exercer funções durante o máximo de três mandatos, de três anos cada. Os candidatos terão de ter experiência prévia, apresentarem um espírito aberto e imparcialidade. A rede social procura ainda ter um mix de diferentes culturas, políticas e religiões neste Conselho, explica o Engadget.

Esta equipa vai analisar os casos que lhe sejam sugeridos por um comité rotativo e vão ter a capacidade de escolher os casos por si mesma. A presença do Facebook nestas discussões serve apenas para partilhar mais informações, caso seja necessário.

Todas as decisões serão armazenadas e servirão de precedente para os casos futuros. Espera-se que o Conselho entre em funcionamento já na primeira metade de 2020.

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