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Virgin Galactic joga o futuro do turismo espacial na Bolsa esta segunda-feira

NurPhoto - Getty Images

A companhia que resultou da fusão entre a Virgin Galactic e a Hedosophia vai marcar presença na Bolsa pela primeira vez na próxima segunda-feira. A reação dos mercados poderá desempenhar um papel importante no futuro do turismo espacial

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Francisco JM Garcia

A Virgin Galactic, a empresa aeroespacial do britânico Richard Branson, fechou recentemente um acordo com a empresa Social Capital Hedosophia Holdings, e a companhia que resultou da fusão vai marcar presença pela primeira vez na Bolsa de Valores de Nova Iorque na próxima segunda-feira. Caso a abertura de Bolsa seja favorável, o projeto pode vir a ter um avanço significativo, comparativamente a outras empresas (SpaceX ou Blue Origin) que também pretendem levar turistas ao Espaço.

Saliente-se que da fusão entre a Virgin Galactic e a Hedosophia resultou um investimento de 800 milhões de dólares, aproximadamente 720 mil euros, nos projetos de turismo espacial da Virgin Galactic.

Recentemente a empresa de Richard Branson apresentou os fatos que vão ser usados na primeira ida turística ao Espaço, programada para meados do próximo ano. Segundo o TechCrunch, cada viagem vai custar 250 mil dólares cada, o equivalente 225 mil euros por passageiro e, neste momento, a empresa tem já 600 passageiros em lista de espera.

Recorde-se que em dezembro de 2018 a Virgin Galactic levou a primeira aeronave ao Espaço e em fevereiro deste ano levou a primeira aeronave tripulada com passageiros, comandada pela antiga trabalhadora da NASA, Beth Moses.

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