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E os finalistas da Web Summit são…

Maria Hahn, responsável da Nutrix durante a final do concurso de startups da Web Summit

Harry Murphy / Web Summit via Sp

Nutrix, BrB e Banjo Robinson: Estas três startups vão disputar a final do concurso da Web Summit de 2019

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Um chip que analisa a saliva; um gato mágico que escreve cartas a crianças; e um app para subscrição de três viagens por ano – uma destas três startups será a vencedora da edição de 2019 do concurso de empreendedorismo da Web Summit. A escolha da strartup vencedora será feita por um júri e pelos votos do público que deverão contar 25% na decisão final. Eis as descrições das três startups:

Nutrix

A primeira startup finalista a entrar no palco principal da Web Summit dá pelo nome de Nutrix. Veio da Suíça para dar a conhecer um nanossensor «invisível» que se coloca num dos dentes com o propósito de monitorizar a glicose no sangue – um indicador que pode ser especialmente útil para quem sofre de diabetes. Os mentores do projeto garantem que este nanossensor que recorre a partículas de ouro poderá ser mais 50% mais barato que outros biossensores que já existem no mercado. O projeto está ainda na fase inicial – e só deverá chegar ao mercado dentro de três a cinco anos. Os responsáveis pela Nutrix garantem que além da monitorização de açúcar no sangue esta tecnologia poderá ser útil para monitorizar outros indicadores de saúde.

BeRightBaCK

A BeRightBaCK (BrB) é um reflexo das tendências que correm – e a prova disso mesmo está na app que tem como principal atrativo a subscrição de três viagens anuais para diferentes locais turísticos, com hotéis incluídos. Os primeiros clientes já começaram a ser angariados no Reino Unido, com preços de subscrição que implicam o pagamento de 50 libras por mês. Os mentores do projeto acreditam que, em média, cada turista usará – e pagará a subscrição – esta app durante dois anos. Os preços aparentemente baixos têm por base a economia de escala: ao garantirem a reserva de múltiplos quartos, a BrB garante igualmente os preços mais em conta. A startup conta usar inteligência artificial e dados de perfil do Facebook e Instagram para apresentar propostas de viagem adequadas às expectativas de cada turista.

Banjo Robinson

Também do Reino Unido veio a Banjo Robinson – o nome dado a uma plataforma que tem como objetivo o ensino de inglês, mas também de geografia, natureza, culinária, entre outras coisas. Para isso, os mentores deste projeto criaram uma personagem ficcionada – que é um gato viajante, que escreve cartas personalizadas com crianças, a partir de vários pontos do mundo. As cartas são redigidas tendo em conta não só o que as crianças escrevem, mas também a informação previamente enviada pelos pais. Os líderes do projeto garantem que todas as medidas relacionadas com a privacidade foram tomadas. O projeto garantiu, em plena Web Summit, «um investimento de sete algarismos». Os responsáveis da Banjo Robinson querem expandir o serviço com programas de TV e outros conteúdos, e ainda a venda de roupa, jogos ou merchandising.

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