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Nova app da EMEL exige migração a quem usa Android

A nova app gerir o pagamento de estacionamentos de mais de uma viatura nos lugar geridos pela EMEL. Utilizador pode receber alertas para o fim do período de estacionamento ou debitar apenas o valor correspondente ao uso do estacionamento. Tudo sem moedas.

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Hugo Séneca

A EMEL, empresa do município de Lisboa que gere estacionamentos pagos, lançou hoje uma nova versão da app ePark, que permite pagar estacionamentos sem usar moedas ou parquímetros. Ao contrário do que é costume, os utilizadores de dispositivos Android não deverão receber qualquer alerta no telemóvel para fazer a atualização. O que significa que os utilizadores vão poder descarregar a nova app e manter a antiga operacional. No limite, poderão continuar a usar as duas para pagarem os estacionamentos de automóveis em Lisboa. E assim será até a EMEL desativar a app antiga.

A migração apenas é necessária nos dispositivos Android. Quem usa iPhone terá apenas de fazer a tradicional atualização sem ter de procurar a nova app na loja da Apple.

O facto de o utilizador de um dispositivo Android poder usar, em simultâneo, duas apps para o mesmo efeito permite perceber a razão que levou a EMEL a usar o termo de «migração», em vez de anunciar uma tradicional atualização. A empresa municipal começou a trabalhar na referida migração em janeiro, com o envio de SMS e e-mails que anunciaram o lançamento de uma nova app que «não é uma atualização».

Hoje, já não é possível descarregar a versão antiga da ePark a partir das lojas de apps. Apenas as apps ePark que foram descarregadas antes do período de migração se mantêm operacionais nos telemóveis dos clientes da EMEL. Em breve, estas apps ficarão inoperacionais, garante a EMEL sem avançar com uma data.

Ainda antes da desativação, os utilizadores poderão ser impossibilitados de usar a app para pagar estacionamentos. A EMEL informa que, a partir de hoje, não será possível fazer carregamentos para a antiga app – o que significa que, uma vez esgotados os montantes “carregados” nos dias anteriores, a app antiga perderá a principal funcionalidade.

Ao que a Exame Informática apurou depois do lançamento da nova ePark, a maioria dos 100 mil utilizadores da antiga ePark já terá feito a migração/atualização. A nova app mantém os dados e os saldo de cada utilizador na antiga app.

As duas apps têm quaser todas as funcionalidades em comum – mas também há acrescentos e ausências a registar. Nas ausências, destaque para o facto de a nova app não contemplar o pagamento por PayPal. A EMEL garante que, em breve, essa opção estará disponível.

Os acrescentos são mais numerosos e promissores: a nova app passou a permitir atualizar automaticamente a localização do cliente, distingue com precisão as diferentes zonas tarifárias e permite gerir o estacionamento de mais de um veículo. Além de não exigir moedas, a app tem ainda funcionalidades de alerta para o fim do período pago ou debitar apenas o valor correspondente à ocupação do lugar de estacionamento.

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