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  • Não, o Multibanco não é só da SIBS

    Opinião

    Hugo Séneca

    Por que é que alguém haverá de querer investir numa rede que, aparentemente, está condenada à obsolescência? E por que é que essas mesmas pessoas querem comprar uma empresa que está proibida de cobrar por parte dos serviços prestados? E por que é que esses investidores não se importam de pagar para ter uma rede cuja autonomia está dependente dos desígnios de desburocratização do Estado?

  • Opinião

    Pedro Miguel Oliveira

    A decisão de Trump em renunciar ao Tratado de Paris é uma vergonha. Mesmo tendo em conta que presidente americano está a ser fiel às promessas eleitorais feitas em campanha. Pelo que disse nesses dias rocambolescos em que ganhou a corrida à Casa Branca, sabíamos que ia dar a mão ao lobby do carvão e do petróleo.

  • Opinião

    Sérgio Magno

    Já todos sabemos: os carros do futuro vão ser elétricos, autónomos e partilhados. Não há marca ou evento relacionado com automóveis onde não se oiça esta ideia vezes sem conta. Em consequência, e de forma mais ou menos explícita, todos os grandes fabricantes de automóveis já admitiram que estão a viver um período de decisões difíceis. Por um lado, têm de proteger as centenas ou mesmo milhares de milhões que têm investidos na indústria tradicional, onde os serviços de pós-venda representam uma fatia importante do negócio. Por outro, não podem correr o risco de perder o comboio da revolução tecnológica e transformarem-se num género de Nokia dos carros.

  • Aposta na rede de carregadores para veículos elétricos

    Opinião

    A mobilidade dos cidadãos estará cada vez mais baseada em veículos autónomos, partilhados, conectados e elétricos. O ritmo de transformação dos veículos, em cada uma destas características, será gradual e muito distinto entre elas, mas a tendência é clara.

  • Uma bolha luzidia em forma de maçã

    Opinião

    Hugo Séneca

    Como será quando Trump se lembrar de ordenar o acesso às comunicações de iPhones ou lançar um decreto que obriga marcas tecnológicas a disponibilizarem ferramentas de monitorização de suspeitos? Tim Cook precisa de ter essa resposta na ponta da língua. É quase tão importante como criar um iPhone deveras inovador.

  • Opinião

    Sérgio Magno

    Foi uma notícia que passou praticamente despercebida: a Apple pôs ponto final na relação com a Imagination Technologies. É natural que desconheça esta empresa. A Imagination Technologies não tem grande notoriedade pública porque desenvolve tecnologia para outras marcas. E o que é que a Imagination Technologies fazia para a Apple? A tecnologia de processamento gráfico que está no interior dos processadores do iPhone e do iPad. Para um leigo, até pode parecer coisa de pouca importância, mas a importância desta tecnologia é de tal ordem que a Apple preferiu acabar com a relação apesar dos excelentes frutos que tem dado. Confuso? Passo a explicar.