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Perfil

  • Opinião

    Paulo Matos

    Dois mil milhões de pessoas ligam-se ao Facebook todos os meses. Perante tamanha quantidade de utilizadores, não deveríamos ser mais exigentes com a qualidade dos conteúdos publicados?

  • Opinião

    Sérgio Magno

    O tema do jogo em rede multiplataforma já é antigo e tem tido avanços e recuos ao longo dos últimos anos. Se não conhece o conceito, trata-se de podermos jogar uns com os outros usado máquinas diferentes.

  • Não, o Multibanco não é só da SIBS

    Opinião

    Hugo Séneca

    Por que é que alguém haverá de querer investir numa rede que, aparentemente, está condenada à obsolescência? E por que é que essas mesmas pessoas querem comprar uma empresa que está proibida de cobrar por parte dos serviços prestados? E por que é que esses investidores não se importam de pagar para ter uma rede cuja autonomia está dependente dos desígnios de desburocratização do Estado?

  • Opinião

    Pedro Miguel Oliveira

    A decisão de Trump em renunciar ao Tratado de Paris é uma vergonha. Mesmo tendo em conta que presidente americano está a ser fiel às promessas eleitorais feitas em campanha. Pelo que disse nesses dias rocambolescos em que ganhou a corrida à Casa Branca, sabíamos que ia dar a mão ao lobby do carvão e do petróleo.

  • Opinião

    Sérgio Magno

    Já todos sabemos: os carros do futuro vão ser elétricos, autónomos e partilhados. Não há marca ou evento relacionado com automóveis onde não se oiça esta ideia vezes sem conta. Em consequência, e de forma mais ou menos explícita, todos os grandes fabricantes de automóveis já admitiram que estão a viver um período de decisões difíceis. Por um lado, têm de proteger as centenas ou mesmo milhares de milhões que têm investidos na indústria tradicional, onde os serviços de pós-venda representam uma fatia importante do negócio. Por outro, não podem correr o risco de perder o comboio da revolução tecnológica e transformarem-se num género de Nokia dos carros.

  • Aposta na rede de carregadores para veículos elétricos

    Opinião

    A mobilidade dos cidadãos estará cada vez mais baseada em veículos autónomos, partilhados, conectados e elétricos. O ritmo de transformação dos veículos, em cada uma destas características, será gradual e muito distinto entre elas, mas a tendência é clara.