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A Realidade Virtual é como o lusco-fusco: 5 a 7 minutos, mas muito intensos

A indústria do cinema prepara-se para vender bilhetes para experiências de Realidade Virtual curtas, mas ricas em sensações

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Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

Um dos grandes benefícios de ser jornalista de tecnologia é o facto de se viajar com regularidade em trabalho a convite das marcas. Calma, não refiro isto pelo motivo que podem estar a pensar – o meu objetivo não é tentar provocar inveja a dizer que já estive em muitos sítios diferentes (embora já tenha estado nuns quantos) e que fico hospedado em bons hotéis (que é o que acontece na maioria das vezes). Pronto, talvez não tenha sido muito bem-sucedido na tentativa de não “meter nojo”… Por outro lado, podem sempre gozar comigo pelo facto de eu passar horas infindáveis em aeroportos e transfers – recentemente, bati o meu recorde pessoal ao demorar duas horas do aeroporto de Heathrow até ao centro de Londres –, dormir pouco, não receber compensação financeira por passar dias consecutivos longe de casa e estar em locais interessantíssimos e não dispor de mais de um par de horas livres para explorá-los – isto no máximo, porque estes eventos costumam ter agendas carregadas e há sempre outros artigos que precisam de ser escritos. É quase como querer experimentar o Tinder noutras geografias e nem ter tempo para isso.

(Este artigo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler CLIQUE AQUI – acesso gratuito)

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  • Opinião

    O tema do jogo em rede multiplataforma já é antigo e tem tido avanços e recuos ao longo dos últimos anos. Se não conhece o conceito, trata-se de podermos jogar uns com os outros usado máquinas diferentes.

  • Não, o Multibanco não é só da SIBS

    Opinião

    Por que é que alguém haverá de querer investir numa rede que, aparentemente, está condenada à obsolescência? E por que é que essas mesmas pessoas querem comprar uma empresa que está proibida de cobrar por parte dos serviços prestados? E por que é que esses investidores não se importam de pagar para ter uma rede cuja autonomia está dependente dos desígnios de desburocratização do Estado?

  • Opinião

    O recente ataque de malware expôs algumas das grandes fragilidades da Internet. É altura de debater seriamente a necessidade de refundar a Internet, antes que seja tarde de mais.