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Elétricos e poluição: a ver se nos entendemos

Artigo de opinião que aborda a desinformação sobre o real impacto ambiental dos veículos elétricos e dos veículos com motor de combustão

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A revolução que está a começar na indústria automóvel, com a eletrificação dos veículos, tem deixado muita gente, incluindo responsáveis máximos das marcas, desorientada. O que é natural, porque o que está em jogo é muito mais do que substituir motores de combustão por motores elétricos e tanques de combustível por baterias. Todo o modelo de negócio é afetado. Basta considerar que uma parte importante das receitas das marcas advém do pós-venda e os veículos elétricos têm muito menos necessidades de manutenção. Mas há mais. Como sempre, as disrupções tecnológicas põem em risco investimentos de médio e longo prazo. Não é fácil gerir qual o momento certo para desinvestir no “antigo” e apostar no “novo”. Por exemplo, o desenvolvimento de um novo motor de combustão pode demorar alguns anos e custar dezenas ou centenas de milhões de euros (entre desenvolvimento do motor propriamente dito e da respetiva capacidade de produção). A história industrial está cheia de momentos em que marcas quase desapareceram, ou desapareceram mesmo, por terem calculado mal o momento certo para investir numa nova tecnologia. Não é, portanto, fácil estar no lugar dos CEOs neste momento.

(Este artigo faz parte da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler, CLIQUE AQUI – acesso gratuito)

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  • Opinião

    A Apple “matou” esta semana mais dois ícones do seu portefólio. O iPod Nano e o iPod Shuffle passam a existir apenas nos armazéns dos retalhistas e nas montras das lojas que ainda não escoaram os últimos dispositivos. Há três anos, a empresa já tinha condenado ao esquecimento o iPod Clássico.

  • Opinião

    Todos temos mais ou menos a ideia que Portugal é um país onde há leis e regulamentação para tudo e mais alguma coisa, levando muitas vezes excessos que só complicam a aplicação da justiça. É comum, por exemplo, legislar-se “em cima” de outras leis, criando até regras que se contradizem. Há muitas vezes a ideia errada que tudo se resolve criando legislação.