exameinformatica

Uma parceria VISÃO

Siga-nos nas redes

Perfil

Opinião

Jogos de Ciberguerra

Os países atacam-se permanentemente no ciberespaço sem que existam consequências reais para as suas ações

  • 333
Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

É possível que não se recordem, mas a premissa do filme Jogos de Guerra resume-se em poucas palavras: um jovem (interpretado por Matthew Broderick) consegue aceder a um computador militar e, pensando que está num jogo, arrisca-se a desencadear a III Guerra Mundial. Estávamos em 1983. Fazemos um fast forward de 35 anos e constatamos que, de facto, a guerra quase parece um jogo de computador, em que, por exemplo, pessoas pilotam drones com uma espécie de joystick – a grande diferença é que as vítimas não são personagens fictícias; são pessoas reais.

É neste limbo bizarro entre mundo virtual e real que vivemos atualmente. O campo de batalha desloca-se da terra, do ar e do mar para a Internet. Os ocidentais têm tendência para achar bem quando isso significa que os americanos e os israelitas (alegadamente) desenvolveram o Stuxnet para aceder a uma fábrica e provocar danos significativos ao programa nuclear iraniano. Quando estão no lado das vítimas, já não acham tanta piada.

Este artigo é parte integrante da Exame Informática Semanal. Para continuar a ler CLIQUE AQUI (conteúdo aberto)

  • 333