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O que é e para que serve um assistente virtual

Este software ajuda na realização de diferentes tarefas, o que permite que possamos, por exemplo, usar a voz ou o texto para conseguir ter respostas a perguntas ou para dar ordens, como iniciar a reprodução de uma música ou de um programa televisivo

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Paulo Matos

Paulo Matos

Jornalista

O conceito de assistente virtual não é novo, mas está agora a registar um crescimento exponencial, já que as grandes tecnológicas mundiais estão a apostar forte nele. Mas já lá vamos. Antes de mais, importa salientar que um assistente virtual é um software que é capaz de realizar tarefas para as pessoas.

Os mais recentes são dotados de, por exemplo, Inteligência Artificial (IA) e tecnologia de reconhecimento de voz, o que faz com que, à medida que o utilizador vai interagindo com ele, o assistente recorra a algoritmos para ir aprendendo, tornando-se mais eficaz a identificar as preferências e a prever as necessidades da pessoa. É isso que podemos constatar, por exemplo, na Alexa da Amazon, no Assistant da Google, na Siri da Apple – o primeiro assistente virtual a marcar presença num smartphone quando foi lançado o iPhone 4s em 2011 –, na Cortana da Microsoft e no mais recente M do Facebook Messenger.

Os assistentes virtuais são vocacionados para realizar tarefas e estão disponíveis sob diferentes formas. Por exemplo, podem estar embutidos no próprio sistema operativo, como acontece com a Cortana e a Siri, num serviço de mensagens instantâneas como o Facebook Messenger e funcionar como um chatbot, ou em objetivos físicos, como acontece com a Alexa – aliás, a Amazon tem vindo a registar um sucesso considerável com a Echo, uma coluna inteligente. Isto para já não falar que podem ser multiplataforma, como o Google Assistant.

Independentemente da forma, podemos usar estes assistentes para perguntar – seja por voz ou por texto – o estado do tempo, efetuar compras ou pedir para tocar uma música ou reproduzir um programa de televisão, por exemplo. O futuro parece promissor para esta área, já que as principais marcas estão, de alguma forma, a apostar nela: o smartphone Galaxy S8 marcou a chegada da Samsung aos assistentes virtuais com o Bixby; a Google já abriu o software do Assistant aos programadores; e a Microsoft anunciou parcerias com a HP, Intel e Harman Kardon para fazer chegar ao mercado mais dispositivos com Cortana.

Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado na Exame Informática nº 264.