Estado vai passar a usar software com normas abertas (vídeo) - Exame Informática

Estado vai passar a usar software com normas abertas (vídeo)

Duas propostas de lei que tornam obrigatório o uso de software com normas abertas nos organismos do Estado foram aprovadas na quinta-feira. Os autores das propostas de lei explicam em vídeo o que vai mudar.

10/12/2010 18:47:27

Contra todas as previsões mais pessimistas, as propostas de lei do BE e do PCP receberam os indispensáveis votos a favor das bancadas parlamentares do PS e do PSD.

Apesar dos votos favoráveis, Miguel Laranjeiro, deputado do PS, e Pedro Duarte, deputado do PSD, consideraram nas respetivas intervenções que as propostas de lei prestam-se a confundir normas abertas com o uso do software livre.

PCP e Bloco admitiram receber contributos de outras bancadas parlamentares durante o debate na especialidade, que se segue nos próximos tempos

Apesar de versarem sobre a mesma temática, as duas propostas de lei foram encaminhadas para diferentes comissões parlamentares, para os respetivos debates na especialidade.

Os autores acreditam que, em breve, as duas propostas de lei venham a ser debatidas na mesma comissão, podendo servir de base a um texto único.

As propostas de lei visam obrigar todos os organismos estatais a usar software com normas abertas, que facilitam a interoperabilidade. Com esta solução, os cidadãos não têm de fazer o download de diferentes aplicações para aceder aos documentos que a Administração Pública disponibiliza na Web.

Os autores da lei acreditam que o texto final da nova lei possa estar concluído - e votado - dentro de um mês.

Na mesma sessão parlamentar, o CDS-PP apresentou uma resolução com os mesmos propósitos das propostas de leis do PCP e do BE. A resolução viria a ser chumbada. Na opinião da bancada parlamentar do CDS-PP, deveria ser o Governo a criar leis que promovem a aplicação de normas abertas no software usado pela administração pública.

***Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico***

Palavras-chave do artigo
assembleia, be, cds, leis, parlamentar, pcp, ps, psd, república, software

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Open

E porque não eu lançar aplicações de código fechado,
não estou a proteger o meu trabalho a minha propriedade
intelectual.

Porque é que outros tem de beneficiar a conta do meu trabalho?

Existem muitos "empresários" , que passam a vida a pegar soluções
de código aberto, colocam o seu logo e vendem. E justo?

O OpenSource funciona num mundo utópico,

Grande parte dos defensores de Opensource, não contribui com
uma única linha de código para essa utópia, éssa grande maioria
apenas defende para não ter de pagar ou para fazer negocio a
conta do trabalho dos outros.

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Re: Open

Os que criam software livre e aberto também o defendem.

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Open

É tudo muito bonito, vamos usar software opensource,
bora lá usar ferramentas opensource...

E suporte!? e manutenção?! e responsabilidade?

Algum dos senhores faz ideia dos valores envolvidos
para suportar opensource em ambiente empresarial,
os valores para o desenvolvimento especifico desse
software para ir de encontro as necessidades
desse mesmo ambiente empresarial?!

É do humano a necessidade de pertencer a algo,
de fazer parte de alguma coisa, tal necessidade insana
de deixar de ser apenas mais um.

Sejam diferentes pelas vossas ideias e não por
modas, e jogos de bastidores de mentes superiores
as vossas.

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Re: Open

Primeiro de tudo, temos de saber distinguir entre OpenSource (código aberto) e software livre. Não se trata da mesma coisa!
Como o próprio nome indica, código aberto é aquele em que temos acesso aos algoritmos utilizados sem qualquer restrição. Isso não significa que quem os cria não cobre por eles.
Um colega meu de universidade tem uma empresa que cria aplicações exclusivamente para servidores Linux. Todas as aplicações que cria são OpenSource. São de borla? Claro que não!
Suporte? 24h por dia. De borla? Nem pensar!
Portanto, não tentemos confundir as coisas. Eu sei que essa confusão é benéfica para os defensores (e beneficiários) dos códigos fechados, mas temos de mudar isso.

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Muito paleio

Muito paleio e nada de novo. Já estou a ver se alguma coisa vai mudar. Não é desta que o pessoal vai começar a adoptar o OpenOffice ou algo do género. Ainda por cima com o peso que a MS tem em Portugal. Até o formato doc se não estou em engano é um formato universal... Quero é ver se estes artistas têm coragem de fazer algo de útil para variar.

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para o eish

isto não tem rigorosamente nada a ver com o sistema operativo, vai continuar sempre a ser windows.

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Re: para o eish

Pois, quanto muito passam a usar o Open Office, o que sería estranho de mais para acontecer neste país!

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Re: para o eish

Claro!
O estado está muito entretido a pagar licenças à MS, quer de Windows, quer de outras aplicações. Depois ainda acrescem licenças de software específico de gestão de câmaras e administração central desenvolvido por outras empresas.
Mas isso tinha boa solução. Se o estado adoptasse como SO o Linux, só tinha de levar a concurso software específico. Por outro lado muito desse software nem precisava mudar por correr em ambiente web.
Não podemos esperar mudanças rápidas, porque isso seria um erro, mas este é um primeiro passo. Com esta solução legislativa, apenas se obriga o estado a usar normas abertas, mas pelo menos já não fica refém de uma qualquer empresa em termos de abertura de ficheiros. O software livre nunca pode ser uma obrigação para um estado. Pode usá-lo ( e deve), mas quando não existir solução livre, que remédio não terá senão de o pagar. Já sou mais a favor de software aberto, pelas mesmas razões de utilização de normas abertas.

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Re: para o eish

Muito bem!

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Re: Estado vai passar a usar software com normas a

Finalmente fez-se luz ao fundo do túnel!
Espera-se que seja o princípio de uma nova ordem no software do estado. Mas, não haja ilusões, ainda vai demorar muito tempo.

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Re: Estado vai passar a usar software com normas a

Eish, Windows 7!

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