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UnexMin: o robô que explora minas

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Fomos até Nelas, perto de Viseu, ver um projeto internacional que envolve 12 entidades europeias na criação de um robô que ajuda na exploração de urânio. Com os sensores que tem, o robô vai reconstruindo o ambiente onde foi largado, desenhando um mapa do local. O aparelho não serve para extração de minério, mas é bastante útil para fazer o reconhecimento, essencial para o planeamento de missões futuras. Os Unexmin podem ser usados até 500 metros de profundidade, contam com oito motores e um pêndulo e podem ajudar empresas e entidades que queiram retomar a exploração de minas abandonadas.

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  • Bee2Fire Detection: uma plataforma da Compta para detetar incêndios

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    A empresa portuguesa Compta criou uma plataforma que recorre à Inteligência Artificial para detetar incêndios, através do processamento de câmaras óticas, térmicas e espetrometria. A Compta promete 90% de sucesso na deteção e ganhou um prémio da IBM devido ao sucesso na utilização de tecnologias do supercomputador Watson.

  • Museu PO:RO:S: tecnologia ao serviço da História

    Reporter EI

    O museu PO:RO:S em Condeixa-a-Nova conta a história da presença romana naquele local e é um tunel do tempo que transporta os visitantes a uma história passada há dois mil anos. O museu usa várias tecnologias que permitem aos visitantes interagir com as várias peças, através de interfaces simples e de fácil interação.

  • Addvolt: a startup portuguesa que faz negócio com travagens de camiões

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    A portuguesa Addvolt é uma startup incubada no UPTEC e desenvolveu um gerador que produz energia com as travagens dos camiões e usa-a para alimentar as arcas frigoríficas que transportam. A solução é mais amiga do ambiente e mais silenciosa, sendo que o dispositivo pode também usar energia da rede elétrica. Já foram desenvolvidas 24 unidades, dos 7 aos 34 kWh, com o retorno do investimento assegurado ao fim de dois anos de utilização.

  • Didimo: criar modelos virtuais de caras a partir de fotos de telemóvel

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    A Didimo está a criar réplicas virtuais dos rostos de pessoas com base em fotografias tiradas pelo telemóvel. A startup do Porto parte de pontos de referência das imagens captadas e as réplicas são processadas na Internet. Os Didimos conseguem refletir cinco poses e treze expressões faciais de forma dinâmica. A empresa já tem parcerias com a Sony e Amazon e vai apostar agora nos videojogos.