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Assim são os autocarros sem motorista que já funcionam em Paris

Cristopher Sapet

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Christophe Sapet está concentrado no mundo da mobilidade urbana e Navya é uma das referências mundiais nesse campo: “Devemos pensar nos nossos sistemas de transporte para as cidades do futuro”, afirma. E um desses sistemas serão os autocarros e os táxis autónomos.

“Senhor condutor, por favor, ponha o pé no acelerador...” A canção infantil que todos já cantámos, aos gritos, fazendo com que os condutores de autocarros ponderassem mudar de profissão, ficava-se por ali. Não equacionava – eram outros tempos – a hipótese de não haver condutor. E, no entanto, parece ser cada vez mais claro que o futuro dos veículos de transporte de passageiros, autocarros incluídos, passará por serem autónomos. Aliás, os autocarros sem condutor são uma realidade que já existe há algum tempo em vários sítios, entre eles no distrito financeiro de Paris.

Navya, a companhia responsável por estes veículos a circular na capital francesa, é dirigida por um famoso empreendedor e empresário tecnológico, Christophe Sapet. Ele foi um dos fundadores do Infograme, um prestigiado estudo francês pioneiro sobre a criação de videojogos. Hoje, Sapet está concentrado no mundo da mobilidade urbana e Navya é uma das referências mundiais nesse campo: “Devemos pensar nos nossos sistemas de transporte para as cidades do futuro”, afirma. E um desses sistemas serão os autocarros e os táxis autónomos.

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No caso dos autocarros, a proposta da Navya, assegura-nos a empresa, é uma solução inovadora, ecológica (são veículos elétricos), eficaz e inteligente. E não só, visto que garantem que é cómoda para os seus passageiros, já que promete uma navegação suave. Além disso, em Paris é grátis, já que se trata de um projeto piloto. O Shuttle da Navya consegue transportar até 15 passageiros e está equipado com tecnologia de vanguarda de mapeamento, câmaras, sensores para evitar colisões e programas de aprendizagem de inteligência artificial que permitirão ao veículo tomar decisões competentes nas diversas situações de condução que poderá enfrentar.

A Navya assegura, nos seus documentos, que a era dos veículos autónomos já começou e que nos próximos anos veremos um aumento neste tipo de transportes. E argumenta-o com números categóricos, como as 1 300 000 pessoas que perderam a vida em acidentes de viação do ano passado (uma pessoa a cada 25 segundos), as 1 500 000 que morreram por causa da poluição atmosférica, e as dezenas de horas que os condutores de grandes cidades, como Los Angeles ou Moscovo, perdem em engarrafamentos. Todos estes problemas podem ser atenuados com a consolidação de carros elétricos sem condutor: “E a Navya terá um papel predominante nesse mercado.”

Entrevista e edição Noelia Núñez, David Giraldo

Texto José L. Álvarez Cedena

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