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As atuações com escrita de código ao vivo

ALEJANDRA CÁRDENAS

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O movimento "live coding" é uma prática que consiste em modificar algoritmos com uma finalidade criativa perante um público físico ou virtual. Diversas esferas da criação artística, como a música, os audiovisuais, a robótica ou a dança aventuraram-se nesta possibilidade, transformando-a num fenómeno que conta com um número crescente de seguidores.

O "live coding" é uma prática que, nas palavras da compositora colombiana Alejandra Cárdenas, "consiste em programar à frente do público para criar música ou efeitos visuais. É uma mistura de programador com artista." O movimento "live coding" é uma prática que consiste em modificar algoritmos com uma finalidade criativa perante um público físico ou virtual. Diversas esferas da criação artística, como a música, os audiovisuais, a robótica ou a dança aventuraram-se nesta possibilidade, transformando-a num fenómeno que conta com um número crescente de seguidores. Embora as suas primeiras expressões tenham nascido em ambientes universitários do Reino Unido há mais de duas décadas, ganhou maior protagonismo nos últimos anos por integrar, na sua própria conceção, a filosofia do código aberto e o movimento "Do It Yourself".

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Embora, em princípio, a descrição do "live coding" possa parecer terreno exclusivo para especialistas, Alejandra Cárdenas defende que todos podem desfrutar dele, do mesmo modo que não é necessário saber como funciona um piano para poder apreciar a interpretação de um pianista. Algo semelhante ocorre quando se vê um "live coder" a escrever as suas linhas de código para criar música ou imagens. E, embora o que se procura seja, sem dúvida, a criação de algo belo que permita expressar emoções ou pensamentos (como qualquer obra de arte), o mais importante, segundo Cárdenas, é o facto de a filosofia subjacente ao "live coding" estar ligada à filosofia hacker. Cada pessoa é valorizada pelo que faz, não pela forma como se veste, pela sua idade ou pelo estatuto social a que pertence."

Entrevista e edição: Pedro García Campos, Cristina López

Texto: José L. Álvarez Cedena

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