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Afinal, o que é a condução autónoma?

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Conheça aqui as principais definições de condução autónoma. Sabia que há cinco níveis definidos? Veja o que acontece nos carros de Nível 4 ou Nível 5 e o que falta para chegarmos lá.

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  • Bosch e Universidade do Minho ajudam a moldar os carros do futuro

    Reporter EI

    A parceria entre a Bosche e a Universidade do Minho foi estabelecida em 2013 e já levou a marca a investir mais de 70 milhões em Portugal. Mais de 400 investigadores já passaram pela iniciativa e o projeto visa ajudar a criar o carro do futuro, nomeadamente com câmaras de monitorização e outros sensores. Destaque ainda para as melhorias nos sistemas de localização precisa, modos de condução autónoma e no estacionamento com o condutor fora do veículo, através do smartphone.

  • Heptasense, como tornar os sistemas de videovigilância mais eficientes

    Reporter EI

    A Heptasense é uma startup portuguesa que desenvolveu uma tecnologia para a análise de vídeo onde combina algoritmos, inteligência artificial e sistemas cloud. A tecnologia permite captar em tempo real comportamentos suspeitos, ajudando a processar dados e alertar as autoridades, caso seja necessário. MediaMarkt, Mercedes, Bayer e Brisa estão entre alguns dos clientes desta solução.

  • Conheça o sistema operativo para ETAR desenvolvido em Portugal

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    A Aqua in Silico é uma startup desenvolvida na Universidade Nova de Lisboa e criou um software que permite manter condições otimizadas para que as culturas de bactérias se expandam enquanto processam os detritos das águas. Este sistema operativo aplica modelos matemáticos a processos relacionados com o tratamento biológico das águas. Além de reduzir o uso de produtos químicos, a solução promete ainda reduzir os custos de manutenção das ETAR.

  • Satélite ISTsat-1: desenvolvido em Portugal e vai para o espaço rastrear aviões

    Reporter EI

    Visitamos o Instituto Superior Técnico onde está a ser desenvolvido um micro-satélite de dez centímetros de aresta capaz de rastrear aviões comerciais onde sistemas de localização convencionais têm pouca cobertura. O objetivo é colocar o satélite em órbita, a 400 quilómetros da Terra a uma velocidade de 29 km/h, em 2020. O projeto está incluído no programa da ESA Fly Your Satellite. A ambição é que a missão dure três a nove meses, uma vez que a massa do satélite, devido ao atrito, não deve durar mais do que um ano.